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 Nota: Este artigo é sobre o sistema operacional. Para outros significados, veja Linux (desambiguação).LinuxVersão do sistema operativo baseado em UnixTux, a mascote do LinuxProduçãoLinus Torvalds, ComunidadeLinguagemPrincipalmente C e AssemblyModeloPrincipalmente código aberto, software program proprietário também está disponível.Lançamento17 de setembro de 1991; há 30 anosVersão estável5.19.three (21 de agosto de 2022; há 12 dias) [±][1][2]Versão em teste6.0-rc2 (21 de agosto de 2022; há 12 dias) [±][3]Mercado-alvoComputadores pessoais, dispositivos móveis, dispositivos embarcados, servidores, mainframes, supercomputadoresArquitetura(s)Alpha, AMD64, ARC, ARM, C6x, H8/300, Hexagon, Itanium, m68k, Microblaze, MIPS, NDS32, Nios II, OpenRISC, PA-RISC, PowerPC, RISC-V, s390, SuperH, SPARC, Unicore32, x86, XBurst, XtensaNúcleoMonolítico (Linux)LicençaGNU GPLv2 / outras (o nome “Linux” é uma marca comercial[4])Página oficialkernel.orglinuxfoundation.orgEstado de desenvolvimentoAtivo

Linux é um termo popularmente empregado para se referir a sistemas operativos (português europeu) ou sistemas operacionais (português brasileiro) que utilizam o Kernel Linux.[five] O núcleo (ou kernel, em Inglês) foi desenvolvido pelo programador finlandês Linus Torvalds, inspirado no sistema Minix. O seu código-fonte está disponível sob a licença GPL (versão 2) para que qualquer pessoa o possa utilizar, estudar, modificar e distribuir livremente de acordo com os termos da licença.[6]A Free Software Foundation e seus colaboradores recomenda[7] o nome GNU/Linux para descrever o sistema operacional, como resultado de uma disputa controversa entre membros da comunidade de software livre e código-aberto.[eight][nine]

Inicialmente desenvolvido e utilizado por grupos de entusiastas em computadores pessoais, os sistemas operativos (português europeu) ou sistemas operacionais (português brasileiro) com núcleo Linux passaram a ter a colaboração de grandes empresas como IBM, Sun Microsystems, Hewlett-Packard (HP), Red Hat, Novell, Oracle, Google, Mandriva, Microsoft e Canonical.[10]

O desenvolvimento do Linux é um dos exemplos mais proeminentes de colaboração de software livre e de código aberto. O código-fonte pode ser usado, modificado e distribuído – com fins comerciais ou não – por qualquer um, respeitando as licenças, como a GNU General Public License versão 2, devolvendo o código desenvolvido de volta para o desenvolvimento do núcleo.

Normalmente, o Linux é encontrado em uma distribuição Linux, seja para um computador ou para um servidor. Algumas distribuições Linux populares[five] incluem Arch Linux, CentOS, Debian, Fedora Linux, Linux Mint, openSUSE, Ubuntu, além de distribuições focadas para usuários corporativos, como o Red Hat Enterprise Linux ou o SUSE Linux Enterprise Server. Uma distribuição Linux inclui o núcleo Linux, bibliotecas e utilidades, além de aplicações, como a suíte de escritório LibreOffice, um navegador de internet (normalmente Mozilla Firefox), entre outras aplicações.[5 editar código-fonte]

“O que queríamos preservar era não só um bom ambiente para fazer programação, mas sim um sistema em torno do qual um companheirismo poderia se formar. Por experiência, sabíamos que a essência da computação em comunidade da maneira proporcionada pelo acesso remoto e o compartilhamento de tempo de máquinas não é apenas para digitar programas em um terminal em vez de um fundador de papel, mas para encorajar a comunicação de perto”.

O sistema operacional Unix foi concebido e implementado em 1969 pela AT&T Bell Laboratories nos Estados Unidos por Ken Thompson, Dennis Ritchie, Douglas McIlroy, e Joe Ossanna. Lançado pela primeira vez em 1971, o Unix foi escrito inteiramente em linguagem meeting uma prática comum para a época. Mais tarde, em 1973, o sistema foi reescrito na linguagem de programação C por Dennis Ritchie.[eleven] A disponibilidade de uma implementação do Unix feita em linguagem de alto nível fez a sua portabilidade para diferentes plataformas de computador se tornarem mais fácil. Na época, a maioria dos programas generation escrita em cartões perfurados que tinham de ser inseridos em lotes em computadores mainframe.[12]

Devido a uma lei antitruste que a proibia de entrar no negócio de computadores, a AT&T foi obrigada a licenciar o código fonte do sistema operacional para quem quisesse.[thirteen] Com o resultado, o Unix cresceu rapidamente e se tornou amplamente adotado por instituições acadêmicas e diversas empresas. Em gentoobr.org 1984, a AT&T se desfez da Bell Labs; livres da obrigação criminal exigindo o licenciamento do royalty, a Bell Labs começou a vender o Unix como um Software proprietário.[12]

O sistema foi continuado dentro da Bell Labs, chegando a poucas dezenas de instalações, porém só obteve grande crescimento após ter sido totalmente reescrito na linguagem C, o que permitiu uma portabilidade melhor para outras plataformas. A linguagem C foi derivada da linguagem B e criada por Dennis Ritchie e Brian Kernighan. Nesta época, o sistema já contava com mais de 60 comandos, muitos deles ainda utilizados até hoje, tais como: cd – trocar de diretórios, chmod – trocar permissões, wc – contar palavras em arquivos, roff – processar texto, etc. O seu crescimento e reconhecimento culminou com a publicação na renomada revista “ Communications of the ACM” , em julho de 1974.

Com sua filosofia de simplicidade, padrões abertos e seu licenciamento facilitado pela AT&T, o Unix se espalhou e se desenvolveu rapidamente pelas universidades. Várias versões de Unix foram surgindo, sendo que a principal delas foi desenvolvida na Universidade de Berkeley, denominada BSD (Berkeley Software Distribution), um software program liberado publicamente em 1977, predecessor dos atuais e bem-sucedidos BSD’s (FreeBSD, OpenBSD e NetBSD). Outras versões comerciais também foram surgindo, tais como: Irix pela SGI em 1982, XENIX pela SCO em 1983, HP-UX pela HP em 1986, SunOS pela Sun em 1987 e AIX pela IBM em 1990 .

A maioria dos sistemas inclui ferramentas e utilitários baseados no BSD e tipicamente usam XFree86 ou X.Org para oferecer a funcionalidade do sistemas de janelas X — interface gráfica. Assim como também oferecem ferramentas desenvolvidas pelo projeto GNU.

O Projeto GNU, iniciado em 1983 por Richard Stallman, teve o objetivo de criar um “sistema de software completamente compatível com o Unix”, composto inteiramente de software program livre. O trabalho começou em 1984.[14] Mais tarde, em 1985, Stallman começou a Free Software Foundation e escreveu a Licença Pública Geral GNU (GNU GPL) em 1989. No início da década de 1990, muitos dos programas necessários em um sistema operacional (como bibliotecas, compiladores, editores de texto, uma Unix shell, e um sistema de janelas) foram concluídos, embora os elementos de baixo nível, como drivers de dispositivo, daemons e as do kernel foram paralisadas e não completadas.[15]

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